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A PERSEGUIÇÃO DA REDE GLOBO CONTRA OS BONS

Formações, análises e notícias católicas

A PERSEGUIÇÃO DA REDE GLOBO CONTRA OS BONS

COMO A REDE GLOBO E A ESQUERDA ESTÃO TRABALHANDO PARA DESTRUIR A FÉ CRISTÃ

Há décadas como líder absoluta de audiência, a Rede Globo, assim como todo o aparato de comunicação das Organizações Globo, vem trabalhando de modo incansável e sistemático para destruir os valores cristãos.

Através de suas novelas, diversos programas e influenciadores de opinião, convenceram de modo engenhoso a maior parte da população brasileira a rejeitar os ensinamentos da fé cristã e a acolherem como algo bom a pauta revolucionária, como por exemplo a não geração ou a diminuição dos filhos, o que justificaria a alegre aceitação e uso dos contraceptivos artificiais como a pílula, camisinha esterilização e mesmo o aborto.

Assista ao vídeo do canal Deia e Tiba antes de continuar a leitura. Clique aqui para assistir:

As novelas da Rede Globo apresentam o divórcio como uma solução fácil e um direito das pessoas que não foram felizes em um primeiro (ou segundo) relacionamento.

As mulheres apresentadas pela Rede Globo são independentes ou estão em busca dessa independência, razão pela qual não têm filhos, ou nas poucas vezes que os tenha, não passam um ou dois, de modo que não atrapalhem a carreira profissional ou a vida acadêmica da mulher.

A Globo sempre se esmerou em ridicularizar a família tradicional e especialmente o papel da mulher como mãe, esposa e cuidadora de seu lar, mostrando as mulheres que assim vivem como pessoas frustradas, infelizes e subjugadas pelos seus maridos…ou seja, um exemplo a ser evitado a todo custo.

Foi por obra e desgraça da Rede Globo, que o divórcio entrou em nossa legislação; que as pessoas passaram a aceitar como normal a prática homossexual; a verem como possível as muitas outras “formas de família”.

A Globo contribuiu enormemente para mudar a mentalidade dos brasileiros, levando-os a desprezarem a sua fé e sobretudo a moral cristã, de modo que caíram na desgraça do egoísmo, justificando assim o divórcio em nome do “direito de ser feliz”, ainda que esta “felicidade” fosse às custas da destruição da felicidade dos filhos e da(o) esposa(o)…

Também foi por causa desse egoísmo doentio que muitos passaram a justificar a não aceitação de mais filhos, alegando o direito a ter um maior conforto, e sobretudo o desejo de *”dar uma vida melhor”* aos poucos filhos que por ventura tivessem… não se importando a mínima para a ordem do criador aos que se casam: *”crescei e multiplicai-vos”*.

Nos lares onde a Rede Globo se instalou como fonte de informação e formação, a Lei de Deus foi sendo gradualmente banida.
Os cristãos, muitas vezes sem o perceber, na prática, foram renegando a Deus os ensinamentos; e ironicamente se tornaram os financiadores da destruição de sua própria religião, assim como de sua família, de sua vida e da sociedade.

São realmente muito poucos que se dão conta da loucura que aconteceu, literalmente diante de nossos olhos…de como nosso povo acolheu e com entusiasmo patrocinou a sua própria destruição.
A grande maioria não percebe que quem liga a televisão para assistir as novelas da Globo ou similares, está dando audiência para satanás e financiando a disseminação de ideias completamente contrárias ao que Jesus ensinou… e essas mesmas pessoas se consideram gente de “muita fé”…e muito vão a missa e…comungam o Santíssimo Corpo de Deus…a cegueira é muito grande; e a contradição maior ainda.

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Foi a Globo que possibilitou a ascensão da esquerda revolucionária e do consequente surgimento desse caos social do qual hoje somos vítimas.

Isso, através da ridicularização dos valores cristãos, especialmente da família tradicional, fazendo as pessoas acreditarem que seria um preconceito intolerável ser contra a prática homossexual, a ideologia gay ou o movimento LGBT, de modo que as pessoas não reagiagissem a pauta revolucionária por medo de serem duramente atacadas e estigmatizadas por isso.

Claro que esse avanço extraordinário do mal só foi possível graças a apatia, omissão e falta de profetismo da maior parte do clero, que além de não denunciar o perigo e o mal promovido por essa emissora do cão, em muitos casos apoiou as pautas e programações da mesma.

A falta de denúncia por parte dos padres e bispos e falta de formação doutrinária e moral básicas dos fiéis possibilitou que o mal avançasse sem muita resistência.

Hoje, há um número maior de pessoas que têm se despertado para o mal que a Rede Globo e emissoras semelhantes foram e são para nosso povo e nossas famílias, mas ainda estamos muito longe da liberação da grande maioria que não quer sair dessa “Matrix”.

Que Deus tenha misericórdia de seu povo e lhe dê santos pastores e profetas para desperta-lo, pois o caos já está instalado e o inferno vai se enchendo sempre mais.

Templario de Maria

Por que a Rede Globo está tão desesperada?

“Conscientizar”? “Problematizar”? As ofensivas da Rede Globo contra a família andam tão exageradas que, na verdade, parecem sinalizar mais desespero do que qualquer outra coisa.

Conscientização social? Preocupação com as minorias? As ofensivas da Rede Globo contra a família andam tão exageradas que, na verdade, parecem sinalizar mais desespero do que qualquer outra coisa.

O que antes era feito de modo sutil, ora através do romance de uma novela, ora por meio de uma reportagem aqui e outra acolá, agora converteu-se em uma campanha sistemática: seja no “Encontro”, no “Fantástico” ou nas novelas que são exibidas em horário “nobre” — ainda que a programação, em si mesma, não tenha nada de nobre —, a emissora de televisão mais assistida do Brasil parece ter se convertido em um grande folhetim ideológico, disposto mais a formar as mentes que informá-las, mais a hipnotizar as massas que entretê-las.

O tema do momento, como todos sabem, é a ideologia de gênero. (Os defensores da coisa, evidentemente, evitam o termo “ideologia”. Eles falam de “gênero” com ares de elite “científica”, como se essa fosse a mais nova descoberta do mundo civilizado. Deste mundo, é claro, pessoas “incultas” e “atrasadas”, como os cristãos ou como a simples dona Regina, estão totalmente de fora.)

Nunca o abismo entre o que pensam artistas e jornalistas e o que aspira a população brasileira ficou tão evidente.

Fala-se abertamente, por exemplo, de “crianças transgêneras”. Querem porque querem nos convencer que uma criança de quatro, cinco anos de idade, que mal está entrando em idade escolar; que ainda não tem responsabilidades, conhecimento e maturidade para escolher nada… Querem nos convencer que essa criança pode muito bem desenvolver ou assumir uma “identidade” diferente de seu sexo biológico — e que isso é perfeitamente normal. Pouco importa que, em países como a Inglaterra, essa ideia já esteja causando em crianças e adolescentes uma confusão dos diabos. O que importa é passar adiante a ideia — a realidade que faça o favor de se adequar!

As novelas globais, por sua vez, retratam os transgêneros já adultos da forma mais romantizada possível. Os conflitos internos mal resolvidos, as situações a que estão sujeitas essas pessoas, mesmo depois de conseguirem a tão sonhada “mudança de sexo”, tudo é resumido à resistência que elas enfrentam por parte de sociedade. A infelicidade das pessoas transtornadas com o próprio sexo não se deve à condição confusa em que elas mesmas se encontram. Não, a culpa de todo o seu sofrimento é do preconceito da sociedade, que se recusa a chancelar a sua “identidade”, as suas escolhas e os seus hábitos.

Aqui, mais uma vez, a realidade dos fatos conta muito pouco. Ninguém fala, por exemplo, das inúmeras pessoas que se arrependem da cirurgia de transgenitalização e desejam voltar ao sexo com que nasceram, tampouco das altíssimas taxas de suicídio presentes nessa parcela da população. Nas próprias palavras de uma pessoa que sofreu na pele o mesmo drama, mas, felizmente, escolheu outro caminho para remediar a sua situação, “a comunidade médica”, assim como os meios de comunicação de maneira geral,

não tem interesse nenhum seja em reconhecer os perigos e o impacto a longo prazo das terapias de transição, seja em iniciar estudos que possam encontrar uma cura ou uma solução subjacente ao problema. Quem sugerir que esse é um problema médico por ser resolvido acaba sendo acusado de incitar o genocídio.

 

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A propaganda, no entanto, está tão artificial, tão “forçada”, que muitas pessoas estão finalmente acordando. As redes sociais, sobre as quais a grande mídia ainda não exerce o seu controle, ficaram lotadas de manifestações de repúdio nos últimos dias. São as tímidas vozes do bom senso que finalmente vêm à tona, perturbando as “classes falantes” e mostrando-lhes como a realidade destoa da ilusão liberal que existe em suas cabeças. Nunca o abismo entre o que pensam artistas e jornalistas e o que aspira a população brasileira ficou tão evidente. Só para citar alguns exemplos recentes:

  • A população brasileira é, em sua esmagadora maioria, contrária ao aborto. Os atores globais, porém, não se intimidam e gravam vídeos defendendo abertamente a legalização da prática. O “Fantástico” faz o mesmo.
  • A população brasileira é, em sua maioria, assumidamente cristã. Os artistas globais, no entanto, não têm nada a ver com isso. Se exposições de arte achincalham símbolos religiosos e fazem troça da fé católica, eles militam pela “liberdade de expressão”.
  • A população brasileira já demonstrou, enfim, que não quer a ideologia de gênero nem nas escolas, quanto menos em suas casas. A Rede Globo, porém, dá de ombros e procura enfiar essa ideologia “goela abaixo” das famílias, custe o que custar.

As diferenças são tão discrepantes que restou à Rede Globo tão somente “apelar”. Por isso os transgêneros em horário nobre, por isso as cenas de sexo cada vez mais escrachadas, mais despudoradas, mais explícitas; por isso os debates com “um lado só”: tudo para criar a falsa impressão de “unanimidade”, para tentar fazer a dona Maria e o seu João acreditarem que o mundo inteiro “saiu do armário”, enquanto eles, pobrezinhos, ainda acreditam no mito burguês da família, de Deus e da propriedade.

Por essa razão, como o lado de lá está obstinado, não nos basta simplesmente protestar. O que as pessoas poderiam esperar, no fim das contas, da emissora que ajudou a legalizar a desgraça do divórcio no Brasil?

Mais do que soltar notas de repúdio na Internet, portanto, já está passando da hora de desligarmos nossos televisores e retirá-los do lugar de destaque que eles ocupam em nossas salas de estar. É preciso restaurar nos lares o lugar que era ocupado pelos santos, pelos oratórios, pelo Rosário em família, pelas conversas sadias, pela convivência entre pais e filhos.

Lembremo-nos do que disse certa vez um Papa aos brasileiros: “É preciso dizer não àqueles meios de comunicação social que ridicularizam a santidade do matrimônio e a virgindade antes do casamento”. É a única maneira de respondermos ao desespero dos que sabem ser essa a última hora de que dispõem para fazer afundar de vez a família brasileira.

Fonte: Equipe Christo Nihil Praeponere