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BISPO DO PARAGUAI MENTE EM NOTA AFIRMANDO QUE PADRE RODRIGO MARIA FOI DECLARADO CULPADO EM PROCESSO

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BISPO DO PARAGUAI MENTE EM NOTA AFIRMANDO QUE PADRE RODRIGO MARIA FOI DECLARADO CULPADO EM PROCESSO

BISPO DO PARAGUAI MENTE EM NOTA AFIRMANDO QUE PADRE RODRIGO MARIA FOI DECLARADO CULPADO EM PROCESSO

Após a divulgação de uma nota ambígua no dia 20 de fevereiro, sobre a dispensa que Roma concedeu ao pedido feito pelo Padre Rodrigo Maria, que levou muitos a crerem e divulgarem que o padre havia sido “expulso” pelo Papa ou punido com a demissão clerical, o bispo do Paraguai surpreendeu a todos com uma nota onde pedia perdão em nome da Igreja às supostas vítimas e às suas famílias, onde dizia que o processo canônico contra o padre havia sido concluído e o mesmo condenado.

A mesma nota ainda incentiva as supostas vítimas a buscarem punição para o padre na justiça comum.

Ora, esclarecemos a quem o desejar que, de acordo com o Padre Rodrigo Maria e o muito respeitado canonista que atuou no processo canônico Dom Hugo Cavalcante OSB, que conteúdo da declaração do bispo é falso.

O bispo de Ciudad del Este faltou com a verdade ao afirmar que o processo havia sido concluído (o que realmente não aconteceu), uma vez que o pedido de dispensa por parte do sacerdote e a concessão do pedido por parte da Igreja paralisam e extinguem o processo, que por essa razão não foi concluído, não se chegando dessa forma a um veredito, favorável ou contrário.

Ao sugerir ao Padre Rodrigo Maria a renúncia, o bispo de Ciudad del Este, assegurou exatamente que o processo seria extinto assim como sua autoridade sobre o padre enquanto membro do Clero diocesano. A mesma coisa confirmou o canonista do bispo de Ciudad del Este.

O especialista em Direito canônico que atuou no processo feito conta o Padre Rodrigo Maria, Dom Hugo Cavalcante OSB, classificou a nota do bispo como “desprovida de verdade” e a atitude do prelado como “grave”.

Demostrando o óbvio, afirmou que o processo NÃO foi concluído, razão pela qual não se pode falar em condenado, muito menos em “vítimas”.

Dom Hugo Cavalcante conheceu bem o processo e também as acusações feitas contra o Padre Rodrigo Maria, e após minucioso estudo chegou à mesma conclusão que Roma havia chegado a respeito das denúncias contra o padre que para lá haviam sido enviadas, ou seja: que a acusação de abuso não tinha fundamento.

Dom Hugo demostrou isso de forma escrita e também oral diante do bispo de Ciudad del Este e de seus dois canonistas.

Como a excelente defesa feita por Dom Hugo Cavalcante foi completamente desconsidera pelo bispo, o mesmo aconselhou o padre a fazer a renúncia, uma vez que não havia sinal de boa vontade por parte da diocese, mas sim o ânimo de condenação, apesar do parecer de Roma favorável ao padre e das evidências contrário às acusações.

O bispo de Ciudad del Este faltou com a verdade e com a honestidade ao agir como agiu.

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A Referida nota feita pelo ordinário de Ciudad del Este será, nos próximos dias, apresentada a Roma por Dom Hugo que solicitará providências.

Várias pessoas sérias que foram do Brasil e do Paragua que forami falar com o bispo de Ciudad del Este e testemunhar em favor do Padre Rodrigo Maria podem atestar os fatos narrados.

Além dessa flagrante impostura, também se verifica a má fé na forma como a nota da dispensa do Padre Rodrigo Maria foi publicada pela diocese de em sua página no Facebook. Ali, se faz economia de palavras, mas sobra malícia, pois dá a entender que a dispensa do padre foi uma decisão do Papa ou uma punição de Roma quando isso não é verdade.

O bispo em alto e bom tom havia dito, por ocasião da leitura para o Padre Rodrigo Maria da dispensa concedida por Roma, que seria publicado o seguinte comunicado:

“A diocese de Ciudad del Este informa que o presbítero Jean Rogers Rodrigo de Sousa pediu ao Papa Francisco a dispensa do estado clerical e que a mesma lhe foi concedida.”

Deixando claro que foi uma solicitação do padre atendida pela Igreja…

Entretanto o que efetivamente foi publicado levou muitas pessoas a pensarem que o padre havia sido punido com a demissão do estado clerical, fazendo com que jornais comunistas, como a “Folha de São Paulo” e outros, estampassem a notícia: “Papa expulsa padre acusado de abuso sexual contra freiras”.

O comunicado, maliciosamente ambíguo, do dia 20/02 e a nota do bispo do dia 21/02 deram a base e o incentivo à toda avalanche de calúnias e difamações que se precipitaram contra o padre Rodrigo Maria e contra a Igreja.

Foram essas declarações “desprovidas de verdade” e ambíguas que levaram ao erro muitas pessoas, sites, blogs e páginas católicas a se tornarem cúmplices e agentes da calúnia e da difamação.

Quem irá reparar esse estragado na imagem do padre e da Igreja?

Da comunista e anticristã “Folha de São Paulo” não se espera outra coisa do que o que fizeram, mas e dos sites, blogs e comunicadores ditos católicos que alimentaram e difundiram tudo isso?

Além da honestidade, faltou também muita prudência ao bispo de Ciudad del Este, uma vez que não existindo contra o padre Rodrigo Maria nenhuma condenação, processo ou denuncia ou qualquer prova concreta das falsas acusações, incentivou as supostas vítimas a buscarem na justiça do Estado a punição para o padre.

É falso afirmar que o Padre Rodrigo Maria só pediu a demissão do estado clerical porque sabia que iria ser condenado. Quem diz isso não sabe o que está dizendo…

É evidente que o parecer da diocese seria desfavorável, uma vez que estavam determinados a “cortar a cabeça” do padre de qualquer forma, mas o padre poderia recorrer a Santa Sé, e já tinha a seu favor um parecer de Roma que declarava sem fundamento as acusações de abuso contra ele ali enviadas.

A verdadeira razão de o padre pedir a dispensa do estado clerical foi para, por esse meio, ser liberado da autoridade do bispo daquela diocese de Ciudad del Este, que já o vinha restringindo e silenciando a vários anos e que continuaria isso por tempo indeterminado, para colocar-se debaixo da autoridade de um bispo de boa doutrina que o permitisse trabalhar.

Muitos se enganam com a ideia de que a palavra de um bispo é infalível, ignorando o fato de que em nosso tempo boa parte dos padres e bispos não possuem mais a fé católica, mas sucumbiram na apostasia. Não são capazes de ensinar a verdade, mas combatem a piedade, trabalhando para calar, denegrir e anular quem tem coragem de pregar a verdade e se preocupa com o bem e salvação das almas.

 

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Muitos que julgaram e denegriram o padre Rodrigo Maria por causa das falsas afirmações, deveriam colocar a mão na consciência e se perguntar se agiram de uma forma agradável a Deus.

É curioso ver muitos conservadores e tradicionalistas discordarem e criticarem (com razão ou não) de muita coisa que boa parte dos bispos fazem ou dizem, mas nesse caso do padre Rodrigo Maria, tomam a palavra do bispo como se fosse uma sentença infalível e inquestionável.

A maior parte não se pergunta porque estas supostas vítimas não foram à polícia ou fizeram ao menos uma denúncia ou boletim de ocorrência se alegam terem sido agredidas… ou porque tais “supostos delitos” não se verificaram em nenhuma das paróquias onde o padre serviu durante vários anos, fato que é atestado documentalmente pelos bispos, padres, ex irmãos, ex irmãs, secretárias, cozinheiras e pessoas que viveram diariamente com o padre nas paróquias pelas quais passou… ou porque o bispo quis impedir o padre Rodrigo de abrir os processos na justiça do Estado para responsabilizar 10 dos indivíduos que o caluniaram publicamente…

São numerosas as perguntas que muitos não se fazem, mas repetem acusações seríssimas sem se certificar se são verdadeiras.

Devemos respeitar e obedecer a todas as autoridades da Igreja naquilo que lhes compete e no que estejam de acordo com a verdade ensinada pela Igreja.

Não é desobediência, nem falta de respeito discordar de uma autoridade se esta está fora da verdade ensinada por Cristo e sua Igreja.

É impressionante como pessoas e mídias se dizentes católicas, replicaram a falsa, irresponsável e destruidora matéria feita por uma repórter militante LGBT da “Folha de São Paulo”, citando seus números e falsos depoimentos, sem se atinarem para a ausência de provas em tudo que esta afirmava.

Essa história ainda não terminou. Aguardemos os desdobramentos.

Que Deus, Pai e autor da verdade guie a todos.

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Equipe Templário de Maria

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