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Dom Athanasius Schneider: Pachamama, ‘o novo bezerro de ouro’

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Dom Athanasius Schneider: Pachamama, ‘o novo bezerro de ouro’

Em carta aberta, Bispo Schneider condena a estátua da Pachamama como o “novo Bezerro de Ouro”

O bispo Dom Athanasius Schneider lançou no último dia 26 de outubro uma carta aberta condenando fortemente o uso da estátua da Pachamama no Sínodo da Amazônia, que ocorreu entre os dias 7 e 27 de outubro, no Vaticano. Dom Athanasius conclama a todos os católicos – bispos, padres e leigos – a oferecerem atos de reparação, protesto e correção pelo uso das estátuas da Pachamama, que ele chama de “o novo Bezerro de Ouro“.

Segue o texto completo da carta aberta de Dom Athanasius Schneider, que traduzimos diretamente do site católico canadense de notícias LifeSiteNews:

1. “Não terás outros deuses diante de Mim“, diz o Senhor Deus, no primeiro de Seus Mandamentos (Ex 20,3). Originalmente dado a Moisés e ao povo hebreu, este Mandamento permanece válido para todos os povos e para todos os tempos, do modo como Deus o especificou: “Não farás para ti escultura, nem figura alguma do que está em cima, nos céus, ou embaixo, sobre a terra, ou nas águas, debaixo da terra. Não te prostrarás diante delas e não lhes prestarás culto” (Ex 20,4-5). Nosso Senhor Jesus Cristo guardou este mandamento de modo perfeito. Quando lhe foram oferecidos os reinos do mundo, desde que se prostrasse diante do diabo, Jesus respondeu: “Retira-te, Satanás! Pois está escrito: ‘Adorarás o Senhor teu Deus e somente a Ele servirás‘” (Mt 4,10; Dt 6,13-14). O exemplo de Cristo, portanto, é da maior importância para todos os que desejam “o verdadeiro Deus e a vida eterna“; como exortou-nos o Apóstolo São João: “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos” (1Jo 5,20-21).
Em nossos dias, esta mensagem adquire especial importância, pois o sincretismo e o paganismo são como venenos inoculados nas veias do Corpo Místico de Cristo, a Igreja. Como um sucessor dos Apóstolos, a quem foi confiado o cuidado do rebanho de Cristo, não posso permanecer em silêncio diante de tão gritantes violações da santíssima Vontade de Deus e das suas desastrosas consequências sobre as almas e sobre a Igreja como um todo e, sem dúvida, sobre toda a humanidade. É, portanto, com grande amor pelas almas de meus irmãos e irmãs que escrevo esta mensagem.

2. No dia 4 de outubro de 2019, véspera do Sínodo da Amazônia, uma cerimônia religiosa teve lugar nos jardins do Vaticano, na presença do Papa Francisco e de vários bispos e cardeais, cerimônia esta que foi conduzida, em parte, por xamãs e na qual alguns objetos simbólicos foram usados; mais especificamente, uma escultura de madeira de uma mulher grávida e nua. Estas representações são conhecidas e pertencem a rituais indígenas de tribos amazônicas, rituais de adoração à assim chamada Mãe Terra – a Pachamama. Nos dias que se seguiram, as estátuas de madeira da figura feminina nua foram também veneradas na Basílica de São Pedro, em frente ao Túmulo de São Pedro. O Papa Francisco também deu as boas vindas a dois bispos carregando em procissão, sobre seus ombros, o objeto denominado Pachamama e levando-o à sala do sínodo, onde foi colocado em lugar de honra. Estátuas da Pachamama foram também expostas na igreja de Santa Maria Transpontina.
Em resposta aos protestos dos fieis católicos relativamente a esses ritos e ao uso dessas estátuas, o porta-voz do Vaticano e os membros dos comitês do Sínodo da Amazônia minimizaram ou negaram o caráter de evidente sincretismo religioso das estátuas. Suas respostas, no entanto, foram evasivas ou contraditórias – atos de malabarismo intelectual e de negação da mais óbvia evidência.
A empresa norte-americana de mídia visual “Getty Images” fez uma fotografia oficial de imprensa deste ritual com a seguinte descrição: “Papa Francisco e Cardeal Cláudio Hummes, arcebispo emérito de São Paulo e presidente da Rede Eclesial Panamazônica (REPAM), de pé diante da estátua representando a Pachamama (Mãe Terra)“. O Pe. Paulo Suess, participante do Sínodo da Amazônia, não deixou dúvidas a respeito do caráter pagão das cerimônias com as imagens de madeira nos jardins do Vaticano e até mesmo atreveu-se a indulgenciar os ritos pagãos, dizendo: “Ainda que fosse um rito pagão, de todo modo é uma adoração pagã a Deus. Não se pode desprezar assim o paganismo, como se nada fosse” (entrevista ao site Vatican News alemão no dia 17 de outubro). Em declaração oficial, no dia 21 de outubro, a Rede Eclesial Panamazônica (REPAM) condenou o ato heróico do rapaz que jogou as estátuas de madeira no Rio Tibre como um ato de “intolerância religiosa”. Assim, foram desmascarados os truques e as mentiras com os quais negavam o caráter religioso das veneradas imagens de madeira. Os voluntários da paróquia carmelita de Santa Maria Transpontina, onde foram exibidas as estátuas de madeira, corroboraram a declaração: “A mãe [esculpida] que eu trouxe do Brasil (…) e que estava na procissão, bem, nós trouxemos do Brasil. A estátua foi esculpida por um artista indígena e nós encomendamos a ele uma peça artística que simbolizasse toda a conexão com a Mãe Terra, com a mulher, com o aspecto feminino de Deus, esse Deus que protege e nutre a vida“, declarou uma voluntária, chamando a estátua, simultaneamente, de símbolo da “Mãe Terra” e de “Pachamama”.
Fontes independentes apontam que a Pachamama é um objeto de veneração, uma deusa para quem alguns indígenas bolivianos sacrificam lhamas, uma divindade da terra adorada por alguns indígenas peruanos e cujas origens remontam às crenças e práticas pagãs dos incas.

3. Católicos não podem aceitar nenhum tipo de adoração pagã ou qualquer espécie de sincretismo entre crenças e práticas pagãs e aquelas da Igreja Católica. Atos de adoração, tais como acender velas, inclinar-se, prostrar-se até o chão e dançar diante da estátua de uma mulher nua, que não representa Nossa Senhora ou qualquer santo canonizado da Igreja Católica, tudo isso viola o Primeiro Mandamento da Lei de Deus: “Não terás outros deuses diante de Mim” e a proibição explícita de Deus, que determina: “Quando levantares os olhos para o céu, e vires o sol, a lua, as estrelas e todo o exército dos céus, guarda-te de te prostrar diante deles e de render um culto a esses astros, que o Senhor, teu Deus, deu como partilha a todos os povos que vivem debaixo do céu” (Dt 4,19). E também: “Não fareis ídolos. Não levantareis estátuas nem estelas. Não poreis em vossa terra pedra alguma adornada de figuras, para vos prostrardes diante dela, porque eu sou o Senhor, vosso Deus” (Lv 26,1).
Os Apóstolos proibiram até mesmo a menor alusão ou ambiguidade no que se refere aos atos de veneração dos ídolos: “Que compatibilidade pode haver entre Cristo e Belial? Ou que acordo entre o fiel e o infiel? Como conciliar o Templo de Deus e os ídolos?” (2Cor 6,15-16) e ainda: “Fugi da idolatria. Essas coisas que os pagãos sacrificam, sacrificam-nas aos demônios, não a Deus. E eu não quero que tenhais comunhão com demônios. Não podeis beber ao mesmo tempo o cálice do Senhor e o cálice dos demônios. Não podeis participar ao mesmo tempo da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. Ou queremos provocar a ira do Senhor? Acaso somos mais fortes do que Ele?” (1Cor 10,21-22).
São Paulo, sem dúvida, repetiria estas palavras a todos aqueles que participaram ativamente nos atos de veneração das estátuas da Pachamama, que simbolizam coisas materiais ou criaturas: “Agora, porém, conhecendo a Deus, ou melhor, sendo conhecidos por Deus, como é que tornais aos elementos fracos e miseráveis, querendo de novo escravizar-vos a eles?” (Gal 4,9). Os pagãos, de fato, adoraram os elementos como se fossem coisas vivas. E observando o sincretismo dos atos religiosos praticados nos jardins do Vaticano, na Basílica de São Pedro e na igreja de Santa Maria Transpontina ou, pelo menos, a sua grande ambiguidade, São Paulo diria: “Eles adoraram e serviram às criaturas ao invés do Criador, que é bendito para sempre” (Rm 1,25).
Todos os que são verdadeiramente católicos, que ainda guardam o espírito dos Apóstolos e dos mártires católicos, devem chorar e declarar, a respeito das cerimônias pagãs que tiveram lugar na Cidade Eterna, parafraseando o Salmo 79,1: “Ó Deus, os pagãos tomaram a vossa herança; profanaram a vossa cidade santa de Roma; e deixaram-na em ruínas“.

4. A tradição ininterrupta da Igreja preveniu que houvesse a mais tênue ambiguidade ou que ocorresse qualquer colaboração com atos idolátricos. As explicações dadas pelo porta-voz do Vaticano e por pessoas relacionadas com o Sínodo da Amazônia, com o objetivo de justificar a veneração religiosa da estátua de madeira de uma mulher grávida e nua, foram muito similares aos argumentos usados pelos pagãos no tempo dos Pais da Igreja, conforme o relato de Santo Atanásio. Este santo refutou os pseudo-argumentos dos pagãos e suas refutações podem ser aplicadas também às justificativas das autoridades do Vaticano. Disse Santo Atanásio: “Eles se vangloriam de adorar e servir não a paus e pedras e formas de homens e de pássaros irracionais e de criaturas rastejantes e de feras, mas o sol e a lua e tudo quanto existe no céu e também a terra, divinizando, portanto, a criação” (Contra Gentiles, 21, 1-3); e: “Eles combinam todas as coisas, como se constituíssem um só corpo, e dizem que esse todo é Deus” (Contra Gentiles, 28, 2). E ainda: “Ao invés do Deus real e verdadeiro, eles divinizaram as coisas que não são, servindo a criatura ao invés do Criador (cf. Rm 1,25) e envolvendo-se, pois, em loucura e impiedade” (Contra Gentiles, 47, 2).
O apologista do século II, Atenágoras, disse, a respeito da veneração de elementos materiais pelos pagãos: “Eles divinizam os elementos e suas muitas partes, dando-lhes nomes diferentes em momentos diferentes. Eles dizem que Kronos é o tempo e que Réa é a terra e que ela ficou grávida de Kronos e deu à luz, sendo por isso considerada mãe de todos. Falharam em descobrir a grandeza de Deus, e não sendo capazes de elevar-se com sua razão (porque não tinham afinidade com as coisas celestiais), consumiram-se nas formas da matéria e, presos à terra, divinizaram as mudanças dos elementos” (Apol. 22).
As seguintes palavras do Concílio de Niceia II são completamente aplicáveis a todos os clérigos que apoiaram os acima mencionados atos de sincretismo religioso em Roma: “Muitos pastores destruíram a minha vinha e profanaram a minha herança. Porque seguiram homens iníquos e, confiando em seus próprios delírios, caluniaram a Santa Igreja, que Jesus Cristo, nosso Deus, desposou, e falharam em distinguir o sagrado do profano, afirmando que os ícones do Senhor e de Seus santos não são diferentes das imagens de madeira dos ídolos satânicos“.
Conforme ficou estabelecido pelo Concílio de Niceia II, a Igreja permite a veneração (com gestos exteriores de adoração, como prostrar-se, beijar e louvar) a nenhum outro símbolo, pintura ou estátua, mas somente “aos ícones de nosso Deus, Senhor e Salvador Jesus Cristo, aos ícones de Nossa Senhora Mãe de Deus, aos ícones dos veneráveis anjos e aos de todas as pessoas canonizadas. Sempre que essas representações forem contempladas, farão com que aquele que as contempla faça memória e ame ao seu protótipo“.

5. Aqueles que creem no Único e Verdadeiro Deus sempre lutaram por eliminar a adoração dos falsos deuses e por remover suas imagens do meio do povo santo de Deus. Quando os hebreus se prostraram diante da estátua do Bezerro de Ouro – encorajados e instigados pelo alto clero – Deus condenou tais atos. Seu servo Moisés também condenou esses atos de “boas-vindas e tolerância” quanto às divindades locais daqueles tempos e, derrubando a estátua [do Bezerro de Ouro], reduziu-a a pó, jogando-o na água (cf. Ex 32,20). Do mesmo modo, ordenou aos levitas que matassem todos, dentre os filhos de Israel, que haviam prestado culto ao Bezerro de Ouro (Ex 32,20-29). Ao longo dos séculos, os verdadeiros católicos sempre lutaram para derrubar os “poderes deste mundo tenebroso” (cf. Ef 6,12) e a veneração das imagens que os representam.
Em meio à consternação e ao choque causado pela abominação perpetrada pelos atos religiosos sincréticos ocorridos no Vaticano, a Igreja inteira e o mundo testemunharam um ato altamente meritório, corajoso e louvável de alguns bravos rapazes católicos, que no dia 21 de outubro retiraram as estátuas idolátricas de madeira da igreja de Santa Maria Transpontina e jogaram-nas no Rio Tibre. Como novos “macabeus”, agiram no espírito da santa ira do Senhor, que expulsou os vendilhões do Templo de Jerusalém usando um chicote de cordas. O gesto desses rapazes cristãos será registrado nos anais da história da Igreja como um ato heroico que glorificou o nome dos cristãos, enquanto as ações da alta hierarquia da Igreja, daqueles que mancharam o nome dos cristãos em Roma, pelo contrário, passarão para a história como covardes e traiçoeiros atos de ambiguidade e de sincretismo.
O Papa São Gregório Magno, em uma carta a Santo Etelberto, o primeiro rei cristão da Inglaterra, exorta-o a destruir as imagens dos ídolos: “Suprimi o culto dos ídolos; derrubai suas construções e santuários” (Bede, Ecclesiastical History, Livro I).
São Bonifácio, apóstolo da Alemanha, derrubou com suas próprias mãos um carvalho dedicado ao ídolo Thor (ou Donar), que não era apenas um símbolo religioso, mas também de proteção dos soldados, da vegetação e até mesmo da fertilidade, na cultura originária das tribos germânicas.
São Vladimir, o primeiro príncipe cristão de Kiev, foi ao local onde estavam os ídolos de madeira que ele mesmo havia erigido, derrubou-os e os fez em pedaços. Quanto à estátua de madeira do principal deus pagão, Perun, ele jogou-a no Rio Dnieper. O ato heroico desses rapazes cristãos que, no dia 21 de outubro, jogaram no Rio Tibre as estátuas de madeira da cultura indígena pagã das tribos amazônicas, faz lembrar também o que fez São Vladimir em seu tempo.
Se os atos de Moisés, de Nosso Senhor Jesus Cristo ao expulsar violentamente os vendilhões do Templo, de São Bonifácio e de São Vladimir tivessem ocorrido em nossos tempos, os porta-vozes do Vaticano certamente os teriam condenado como atos de intolerância cultural e religiosa e como roubo.

6. A sentença do documento de Abu Dhabi, na qual se lê: “O pluralismo e a diversidade de religiões, cores, sexo, raça e língua são desejados por Deus em Sua Sabedoria“, encontra sua realização prática nas cerimônias, realizadas no Vaticano, de veneração das estátuas de madeira, as quais representam divindades pagãs ou símbolos de fertilidade da cultura indígena. É a consequência lógica e prática da declaração de Abu Dhabi.

7. Em vista do que requer o autêntico culto e adoração do Deus Único e Verdadeiro, da Santíssima Trindade e de nosso Salvador Jesus Cristo; em virtude da minha ordenação como bispo católico e sucessor dos Apóstolos; e em verdadeira fidelidade e amor pelo Romano Pontífice, o Sucessor de Pedro, e por sua missão de presidir sobre a “cátedra da verdade” (cathedra veritatis), eu condeno a veneração do símbolo pagão da Pachamama nos jardins do Vaticano, na Basílica de São Pedro e na igreja romana de Santa Maria Transpontina.
Seria bom que todos os verdadeiros católicos, em primeiro lugar e principalmente os bispos, mas depois também os padres e os fieis leigos, formassem uma cadeia mundial de oração e atos de reparação pela abominação da veneração de ídolos de madeira, perpetrada em Roma durante o Sínodo da Amazônia. Em face de tão evidente escândalo, é impossível que um bispo católico permaneça em silêncio; seria indigno de um sucessor dos Apóstolos. O primeiro na Igreja que deveria condenar tais atos e fazer reparação é o Papa Francisco.
A reação honesta e cristã à dança em volta da Pachamama, o novo Bezerro de Ouro, no Vaticano, deveria consistir em um protesto digno, em uma correção deste erro e, acima de tudo, em atos de reparação.
Com lágrimas nos olhos e com sincera dor no coração, cada um deve oferecer a Deus orações de intercessão e reparação pela eterna salvação da alma do Papa Francisco, o Vigário de Cristo na terra, e pela salvação dos padres e dos fieis católicos que realizaram os mencionados atos de adoração, os quais são proibidos pela Revelação Divina.

Propõe-se, para tanto, a seguinte oração:

Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, recebei pela mãos da Imaculada Mãe de Deus e Sempre Virgem Maria, dos nossos corações contritos, um sincero ato de reparação pelos atos de adoração aos ídolos de madeira e símbolos, que ocorreram em Roma, a Cidade Eterna e o coração do mundo católico, durante o Sínodo para a Amazônia.

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Derramai no coração do nosso Santo Padre, o Papa Francisco, dos cardeais, dos bispos, dos padres e dos fieis leigos, o Vosso Espírito, que expulsará as trevas de suas mentes, a fim de que possam reconhecer a impiedade de tais atos, os quais ofenderam a Vossa Divina Majestade, e Vos ofereçam atos de reparação públicos e privados.

Derramai sobre todos os membros da Igreja a luz da plenitude e da beleza da fé católica. Acendei neles um zelo ardente por levar a salvação de Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem, a todos os homens; em especial aos povos da região amazônica, que ainda estão escravizados no serviço de coisas frágeis e pereciveis, como são os ídolos mudos e surdos da “mãe terra”; para todos os povos e especialmente aos povos das tribos amazônicas, que não receberam a liberdade dos filhos de Deus e que não possuem a inexprimível felicidade de conhecer a Jesus Cristo e de ter, nEle, participação na vida de sua divina natureza.

Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, Vós, que sois o Deus Único e Verdadeiro, fora de quem não há outro deus e não há salvação, tende piedade de Vossa Igreja. Olhai especialmente para as lágrimas e para os suspiros contritos e humildes dos pequenos na Igreja, olhai para as lágrimas e para as orações das crianças, dos adolescentes, dos jovens, dos pais e mães de família e também dos verdadeiros heróis católicos, que em seu zelo por Vossa glória e em seu amor pela Mãe Igreja jogaram na água os símbolos da abominação com que foi profanada. Tende piedade de nós! Poupai-nos, ó Senhor! Perdoai-nos, Senhor! Parce Domine! Tende piedade de nós! Kyrie eleison!

Via Paraclitus | LifeSiteNews