Brazil's former President Luiz Inacio Lula da Silva speaks to supporters after he was released from jail where he was imprisoned on corruption charges in Curitiba, Brazil, Friday, Nov. 8, 2019. Da Silva walked out of prison less than a day after the Supreme Court ruled that a person can be imprisoned only after all the appeals have been exhausted. (AP Photo/Leo Correa)

Por Estudos Nacionais

No dia seguinte à sua soltura da prisão em que cumpria pena, em Curitiba, o ex-presidente Lula fez um violento discurso de ódio em frente à sede do Sindicato dos Metalúrgicos, em São Bernardo do Campo (SP). Lula chegou a dizer que o Brasil precisa seguir o exemplo do Chile, onde a extrema-esquerda provoca destruição e mais de 20 mortes seguindo estratégia do Foro de São Paulo, que incluiu, neste sábado, ataques a Igrejas e depredação de objetos religiosos.

“A gente tem que seguir o exemplo do povo do Chile, do povo da Bolívia, a gente tem que resistir”, disse o petista condenado e preso em segunda instância. Privilegiado pela decisão do STF desta quinta-feira, Lula defendeu o ataque ao governo, completando: “na verdade, atacar e não apenas se defender”, disse comparando o governo brasileiro ao governo do Chile.

Para o jornalista Bernardo Pires Küster, Lula incita uma guerra civil no Brasil e que a o Supremo é culpado disso.

“Em menos de 24 horas de liberdade, o Bandido anuncia guerra civil. Isto vai na conta do STF, de um modo ou de outro. Quem, porém, vive numa bolha de isolamento e segurança, longe das tensões das ruas? Você ou os demônios de preto?”, disse Bernardo em seu perfil no Facebook.

Ao sair, nesta sexta, Lula chegou a afirmar que sai “mais à esquerda” do que entrou, antecipando a radicalização do discurso deste sábado.

Lula atacou também o ministro da justiça Sérgio Moro, responsável por sua prisão quando era juiz da Lava Jato, em Curitiba, e afirmou que a vitória de Bolsonaro se deve a uma “campanha de fake news contra Fernando Haddad”.

Por Cristian Derosa

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