Durante Seminário Internacional “Democracia em colapso?”, evento que marcou o lançamento de uma edição especial da revista Margem Esquerda dedicada a enfrentar as articulações e tensões produtivas entre marxismo e lutas LGBT, uma das palestras abordou o tema “O movimento LGBT e o fim da família”

Durante as exposições de Amanda Palha, travesti representando o movimento LGBT disse com todas as letras que “não existe forma revolucionária de fazer família”.

Continuou afirmando que nas últimas décadas o movimento LGBT se colocou em uma posição defensiva, afirmando que “não buscam destruir a família, que não querem relação com a promiscuidade, que querem o direito de amar, casar e ter filhos”, o que significa um “retrocesso político violento”, prejudicial à história dos movimentos LGBT e Feminista.

Portanto, afirma, que quando forem perguntados se o Movimento LGBT quer destruir a Família, a resposta deve ser com todas as letras: SIM!

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