Protestantes se enfurecem após Pe. Marcelo Rossi dizer: “Maria passou na frente e pisou na cabeça da serpente.”

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Protestantes se enfurecem após Pe. Marcelo Rossi dizer: “Maria passou na frente e pisou na cabeça da serpente.”

Neste Domingo, 14 de julho, durante a missa de encerramento do Retiro PHN na Canção Nova, diante de mais de 70 mil fiéis, o Padre Marcelo Rossi foi vítima de um grave atentado no qual ele foi arremessado do altar onde estava para o chão, uma altura de aproximadamente 2 metros. Os presentes se espantaram que não houvessem ferimentos graves pois a queda poderia ate ser fatal.

O Padre Marcelo Rossi atribuiu sua segurança à intervenção divina e ao socorro da Santíssima Virgem, dizendo: “Maria passou na frente e pisou na cabeça da serpente.”.

Revoltados com essa declaração, uma grande quantidade de protestantes (evangélicos) hostilizaram Maria Santíssima nas redes sociais, em vídeos e publicações referentes ao incidente.

Infelizmente, percebemos no Brasil uma cultura protestante onde há grande grande aversão à pessoa da Grande Mãe de Deus, Maria Santíssima. Isso ocorre por uma falta de formação mariana e grave deturpação e interpretação das sagradas escrituras. Historicamente o protestantismo nasceu da Igreja Católica e sendo assim levou consigo grande parte da doutrina milenar dos Apóstolos e papas, inclusive a devoção a Maria.

O próprio Lutero, que deu origem à reforma protestante, cantava o “Magnificat” todos os dias em honra a Maria. Entretanto com a ramificação do protestantismo e até mesmo pelas divergências procedentes destas ramificações, esta devoção foi perdendo força até chegar ao ponto no qual Ela passou a ser hostilizada por grande parte dos protestantes, especialmente no Brasil onde o costume da leitura e do estudo são muito pobres.

Veja o comentário do Pe. Gabriel sobre esta realidade:

 

Veja a explicação do Professor Felipe Aquino:

A MULHER, A SERPENTE E A PROFECIA

Em Gênesis 3,15 lê-se que o próprio Deus estabeleceu o ódio entre a serpente e a mulher, entre sua descendência e a dela; e fazendo ver que estamos em uma batalha espiritual, antecipa o conhecimento do resultado final dessa guerra entre o bem e o mal, confiando à mulher e à sua descendência a missão de esmagar a cabeça do inimigo, que por sua vez procurará sempre armar-lhe ciladas.

O diabo – melhor do que nós – conhecia a profecia e sabia que mais cedo ou mais tarde ela se cumpriria. Com efeito, o inimigo sabia que Deus não fez uma mera ameaça, mas uma promessa onde decretava sua derrota.

A mulher é claramente Nossa Senhora, razão pela qual Jesus no alto da cruz, quando nos consagra a Ela, entregando-nos a seus cuidados, não utiliza o termo “mãe”, mas “mulher” (Jo 19,26). A palavra “mulher” aqui não é uma palavra de desprezo, ou que denote qualquer frieza para com a Mãe Santíssima, mas sim uma palavra técnica, precisa, muito bem colocada, pela qual Jesus queria nos fazer compreender que a Virgem Maria era a mulher destinada pelo Pai através da qual se cumpriria a profecia (Gen 3,15). Ele, seu único filho segundo a carne, entrega a Ela uma numerosíssima descendência na pessoa de João, quando diz: “Mulher eis aí o teu filho”.

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A Igreja interpretando este gesto do Senhor diz que em João, todos fomos entregues à Maria Santíssima, razão pela qual o Papa Paulo VI declarou Maria “Mãe da Igreja”. Ela é a mulher da profecia. Cristo, a cabeça da Igreja, e nós, seus membros, somos a descendência da mulher.

Jesus nos entregou a Maria, dando a Ela a amorosa autoridade de mãe sobre todos, para que Ela nos ensinasse a amá-Lo, levando-nos a fazer tudo o que Ele mandou, e assim nos mantivéssemos em comunhão com Ele e com mais facilidade perseverássemos em sua graça.

O desejo do inimigo é arrastar-nos para o inferno, tentando-nos de todos os modos possíveis para nos desviar do caminho de Deus e para que reneguemos a sua vontade, perdendo a sua graça e, portanto, a comunhão com Ele.

Jesus nos deu Maria como antídoto contra o inimigo. É Ela que, como boa Mãe nos ajudará a acolher e compreender melhor a vontade de Deus e a rejeitar as tentações do inimigo, levando-nos a esmagar sua cabeça, ou seja, a rejeitar suas propostas que nos fariam perder a amizade e a comunhão com Deus.

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Veja agora o vídeo do Padre Marcelo Rossi após o fim da Santa Missa no qual ele tranquiliza os fiéis e agradece a Santíssima Virgem: