Gregório Duvivier, o “astro” da blasfêmia do Porta dos Fundos, está indignado: e se Jesus fosse gay? Qual o problema?

Por Bruno Braga.

Jesus não foi e não é gay. Jesus é Deus, e por ser o próprio Verbo divino encarnado, não consta na ordem da criação nada relativo a essa tendência comportamental, e sim o homem e a mulher. Jesus se fez homem, porque é homem. O novo Adão, em meio à humanidade marcada pelo pecado, e consequentemente o mundo pela desordem, fez-se verdadeiro homem e permaneceu verdadeiro Deus. Ele foi e é, pois assim subiu ao Céu.

No entanto, maconheiros comunistas, como Gregório Duvivier, – e infelizmente até alguns que se dizem “cristãos” – não reconhecem Cristo como o que Ele de fato é, Deus, e o consideram somente um “sábio”.

O que é um “sábio”? Sábio, segundo Santo Tomás de Aquino, é aquele que ordena as coisas para o seu fim, pois o seu fim é o bem de cada coisa (“Suma contra os gentios”, I, 1). Não é preciso sequer ter “fé” para reconhecer isso. Nestes termos, cada parte e cada órgão do corpo humano é constituído para uma finalidade, e não é da constituição e da finalidade de um pênis ser introduzido em um ânus, e nem da constituição e da finalidade de um ânus alojar e ser friccionado por um pênis, assim como não é da constituição e da finalidade do ouvido o olfato e nem do nariz a mastigação.

Portanto, mesmo que um “sábio” apenas, Jesus não teria nunca sido gay, e nem tomado com “normalidade” alguém que o fosse, pois estaria dando às coisas um fim que elas não têm, no malefício não só do corpo, mas da pessoa como um todo. Mas, como Jesus não foi somente um “sábio”, mas é a própria Sabedoria, Ele não é e nunca foi gay.

Concluindo. Gregório Duvivier está revoltado, mas as suas indagações são apenas pose “politicamente correta”, truquezinhos baratos para enganar trouxas e desavisados.