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Santo do Dia – 07 de Junho – Beata Ana de São Bartolomeu

Formações, análises e notícias católicas

Santo do Dia – 07 de Junho – Beata Ana de São Bartolomeu

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SANTO DO DIA – 07 DE JUNHO – BEATA ANA DE SÃO BARTOLOMEU
(Virgem 1549-1626)

Ana de São Bartolomeu foi companheira inseparável e confidente de Santa Teresa de Ávila, que morreu em seus braços.
Nascida a 1 de Outubro de 1549, em Almendral, aldeia pertencente à diocese de Ávila, na Velha Castela, era filha de ricos lavradores, modelos de vida cristã, caridosos para com a pobreza e altamente piedosos.

Órfã aos dez anos, para ganhar a vida fez-se pastora, o que a impediu de estudar. Embora os irmãos se opusessem, Ana, aos 2 de Novembro de 1570, procurou o convento das carmelitas descalças, que Santa Teresa fundara em Ávila. Prmeira postulante conversa, Ana foi humilde, profundamente humilde, obedientíssima e serviçal. E a afeição que se estabeleceu entre Ana de São Bartolomeu e Santa Teresa foi rápida e profunda, afeição que havia de durar até a morte, sem que jamais sofresse o mínimo declínio.

Ana principiou a profissão a 15 de Agosto de 1570. Pouco depois, teve uma visão, na qual Nosso Senhor lhe mostrou as devastações que o calvinismo fazia na França. Sequiosa de salvar almas, impressionada, entrou a praticar severas mortificações.

No Natal de 1577, Deus concedeu-lhe uma grande delicadeza: Santa Teresa quebrara o braço, e Ana, desolada por ver a Mãe impossibilitada de responder a imensa correspondência, trabalho estafante que era, obteve, miraculosamente, a graça de saber escrever; desde aquela época, tronou-se secretária oficial da santa fundadora. E, de 1579 a 1582, ano em que Santa Teresa desapareceu, foi companheira inseparável nas viagens que a venerável Santa teve que empreender, no curso dos trabalhos que exigia o estabelecimento da reforma do Carmelo.

“As vezes, escreveu a bem-aventura Ana de São Bartolomeu, ela viajava dias inteiros sob a chuva e a neve, não encontrando aldeia alguma por muitas e muitas léguas, não fazendo outra coisa senão tremer até os ossos. À noite, nas hospedarias, não havia fogo, nem meios de o entreter, nem coisa alguma para comer. Os alojamentos eram tais que, das camas, podia-se perceber o céu, e a chuva caía cômodo a dentro, Muitas vezes, o hábito da Santa Mãe encontrava-se gelado” …

Acabada por duros trabalhos, pelos adversários, pelas próprias filhas, faleceu Santa Teresa no mosteiro de Alba, a 15 de Outubro de 1582, nos braços da filha bem-amada, que jamais lhe negou amais terna afeição.

Considerada a herdeira espiritual da santa fundadora, Ana exerceu no Carmelo uma profunda influência. O Carmelo reformado, foi Ana enviada a Madri, depois à fundação de Ocaña, na região de Toledo.

Ali, Nosso Senhor revelou-lhe, pela primeira vez, o desejo de que fosse para a França, então assolada pelo protestantismo. Na França, quando se dirigiu às religiosas, falou-lhes na língua natal, porque só conhecia a língua materna, mas todas a entenderam perfeitamente, como se tivesse expressado no melhor francês: era o milagre do Pentecostes que se renovava. E Ana de São Bartolomeu exprimia-se tão apropriadamente que ninguém duvidava de que o Espírito Santo estivesse falando por sua boca.

Fundadora do mosteiro de Tours, depois de ter sido priora de Paris, sofreu toda sorte de opressão. Invencível, porém sempre confiando em Deus, continuou a combater para manter a reforma francesa no espírito de Santa Teresa.

Vencida, que a luta fora desigual, tomou o caminho da Bélgica, refugiando-se no mosteiro de Mons. Escolhida, pouco mais tarde, para governar o mosteiro de Anvers, fundado pelo arquiduque Alberto e a arquiduquesa Isabel, ali encontrou verdadeiro paraíso na terra.

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“Deus, escreveria depois, ali, concedeu-me uma paz e uma consolação inefáveis. Minha oração era mais intensa e mais eficaz. Era mais ardorosa pelo ofício divino que na minha juventude”.

Humilde, mais do que fora, no convento exercia os ofícios mais pequenos. E as mais altas personalidades do tempo, contritas, procuravam-na para aconselhar-se. Henrique IV venerava-a, e Maria de Médicis e a infanta Isabel amavam-na sobremodo.

Quando o arquiduque Carlos partiu para a expedição de Breda, foi vê-la, com a bem-aventurada palestrando durante muitas horas.

Suportando com imensa paciência as enfermidades todas que a acometeram no fim da vida, cruéis, faleceu santamente no dia 7 de Junho de 1626, na festa da Santa Trindade, com setenta e seis anos, sendo enterrada no Carmelo de Anvers. Bento XV beatificou-a no dia 6 de Maio de 1917.

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Favorecida com inúmeras graças místicas desde a infância, se abeberou do espírito teresiano na própria fonte, sendo enfermeira, secretária e companheira de viagens da grande reformadora do Carmelo.

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Entregando sua pequena filha Ana aos cuidados das duas jovens que costuravam na sacada de sua residência, a mãe recomendou:

– Fiquem atentas à sua irmãzinha, porque, se ela cair desta altura pode morrer.

Como boas espanholas, as duas jovens conversavam animadamente durante o trabalho e não perderam a oportunidade para uma breve discussão, assim que a mãe se retirou:

— Ana seria feliz se morresse hoje. Estando batizada e sendo inocente iria direto para o Céu – disse uma delas, contemplando a pequenina que as fitava com placidez.

— Não concordo! – atalhou a outra – Agora tem apenas três anos; no entanto, se ela continuar viva, pode se tornar uma grande Santa.

— Mas quem garante que isto acontecerá? Agora ela é incapaz de pecar e sua salvação está garantida. Quando completar sete anos de idade e alcançar o uso da razão, porém, quem pode assegurar que não ofenderá a Deus e se perderá? – retrucou a primeira.
Não é de surpreender que este abandono ao sobrenatural, logo na aurora da vida, tenha levado Ana à santidade, como presumira uma de suas irmãs. O que desperta nossa admiração é o modo pelo qual quis Deus fazê-la experimentar, nesta terra, aquilo que constitui uma das maiores alegrias eternas: o convívio com os Santos! A ela coube a ventura de acompanhar muito de perto a   Embora ainda não soubesse falar nem compreendesse todo o alcance daquelas palavras, a menina acompanhou com vivo interesse o diálogo das irmãs e, na sua candura infantil, encheu-se de receio de chegar aos sete anos de idade, julgando ser este o marco fatídico a partir do qual se veria no risco de pecar. Por isso, tratou de tomar providências para evitar tal desgraça. Dando mostras de já conhecer os mistérios que o Pai revela aos pequeninos, colocou-se interiormente sob o amparo de Nossa Senhora e de outros protetores celestes, como São Miguel, São Gabriel e São José, o qual pensava ser também um Anjo.

grande Teresa de Jesus, da qual foi enfermeira, secretária e confidente, e, mais tarde, propagadora de seu espírito e continuadora de sua missão.


Familiaridade com o sobrenatural desde cedo

Ana García Manzanas nasceu no primeiro dia do mês de outubro Ir. Isabel Cristina Lins Brandão Veas, EP Reprodução Junho 2017 · Arautos do Evangelho 33 de 1549, numa família de prósperos agricultores do povoado de El Almendral, próximo a Ávila. Era a sexta de sete irmãos e teve a felicidade de ser instruída na Fé desde os primeiros passos, não só ao ouvir os piedosos ensinamentos dos pais, como também ao vê-los proceder em tudo como excelentes católicos. A tal ponto levavam a sério suas obrigações para com Deus que faziam questão de assistir à Missa a cada manhã, juntamente com todos os filhos, por mais graves e urgentes que fossem os assuntos a serem resolvidos no dia.

Habituada a dar o verdadeiro valor às realidades sobrenaturais, Ana sempre sentiu forte atração pelo Céu e profunda aversão ao pecado. Donde se compreende sua reação aos três anos de idade no fato acima narrado, o que, aliás, não terminou por aí…

 

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Naquela mesma ocasião ela foi objeto do primeiro fenômeno místico de sua vida, o qual a encheu de forças e consolação: enquanto pensava no que as irmãs acabavam de dizer, levantou os olhos e viu o Céu aberto e Nosso Senhor Jesus Cristo, cercado de glória, que a fitava, infundindo em seu coração ardentes desejos de amá-Lo e servi-Lo. Daí por diante, a existência de Ana seria permeada de extraordinárias manifestações deste gênero, como, por exemplo, aparições frequentes do Menino Jesus, o qual Se apresentava sempre com idade equivalente à da menina.

Quando Ana tinha dez anos, faleceram seus pais e os irmãos deram- -lhe a incumbência de cuidar dos rebanhos da família. Com isso muito lucrou ela, pois na tranquila solidão dos campos Jesus Menino passou a fazer-Se presente de forma visível todos os dias, proporcionando- -lhe tanta alegria espiritual que, certa vez, ela pediu: “Senhor, já que me fazeis companhia, não vamos mais aonde haja gente, senão que dirijamo- nos sozinhos às montanhas, pois em vossa companhia nada me faltará”. 1 A tão amorosa súplica, o Divino Infante sorriu, sem nada dizer, e fez-lhe compreender, no fundo da alma, não serem estes os desígnios da Providência a seu respeito…


Provas na entrega à vocação

Assim descreve ela sua entrada no Carmelo, ao qual chegou acompanhada por alguns membros da família: “Eles iam chorando ao longo do caminho e quase não me falavam. Eu ia muito alegre, mas, por outro lado, tão atormentada por más tentações, que parecia que todo o inferno se havia reunido para fazer- -me guerra. Eu não ousava soltar uma palavra sobre isso, pois, se o fizesse, com razão diriam que eu era louca de entrar no mosteiro daquela maneira”.2  Com o correr do tempo, tornou- se claro para a jovem Ana que Deus a chamava à vida religiosa, e o próprio Nosso Senhor lhe indicou, em sonho, o mosteiro no qual deveria ingressar: o convento das carmelitas descalças de Ávila, fundado havia pouco pela já então famosa Madre Teresa de Jesus. Ana, contudo, só conseguiria seguir a vocação após duros combates, tanto contra os familiares, que se opuseram fortemente à sua decisão, como contra o demônio, cuja sanha em perdê-la foi terrível.

Jesus, entretanto, que é a força e a vitória dos justos, logo premiou sua perseverança e fidelidade, como ela própria relata: “Na porta de entrada, aquela tempestade desapareceu como se me tirassem um chapéu da cabeça; fiquei como num céu de contentamento, parecendo-me que havia passado toda a minha vida entre aquelas santas”.3

No Convento de São José, de Ávila, Ana foi admitida como irmã leiga e agregou ao seu nome o de São Bartolomeu. Encarregada das necessidades materiais da casa, sabia unir uma intensa vida interior à atividade incessante no cuidado das irmãs de hábito, tomando para si, com alegria, os trabalhos mais penosos. Todavia, a provação que tantas vezes visita os que Deus quer mais especialmente aperfeiçoar, despontou inexorável bem no início do noviciado: cessou por completo a presença sensível de Nosso Senhor, que sentira desde menina.

No serviço pessoal da grande reformadora do Carmelo

O primeiro encontro com aquela que seria o luzeiro de seus passos deu-se quando Ana ainda era noviça, em julho de 1571. Ao vê-la, a grande Santa Teresa deixou transparecer tanto contentamento, que parecia estar à espera de alma tão consonante com a sua. Depois de analisá-la por alguns instantes, deu- -lhe um forte abraço e ordenou que a colocassem no seu serviço pessoal.

Durante os três anos em que a Santa permaneceu naquele convento, Ana pôde receber inúmeras aulas de perfeição num convívio de intimidade, contemplando com enlevo e veneração as facetas de sua superiora, cuja grandeza se manifestava ora nos lances audazes, ora nas decisões cheias de discernimento, ora nos momentos de recolhimento e até mesmo nos pequenos gestos e atitudes do dia a dia.

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Esse período foi o início do longo caminho que as duas Santas percorreriam juntas. Tendo Santa Teresa partido para Sevilha em 1574, sua auxiliar não pôde segui-la, devido a uma violenta enfermidade que a deixou sem energias para os afazeres habituais. Generosa como era, a sensação de inutilidade causada por esta situação só fez crescer seu desejo de dar-se por inteiro a Deus. Por isso, pediu a Ele que a curasse ou então a levasse desta vida, e recebeu esta resposta: “Agora isto não te convém; hás de padecer muitos trabalhos na companhia de minha amiga Teresa”.4

Apesar de tão consoladora promessa, a saúde de Ana não melhorou em nada… Como sói acontecer às almas muito eleitas, Jesus queria dela um novo ato de confiança e abandono.


Para servir Santa Teresa, nada era obstáculo

Graças a este favor concedido por Deus, pôde ela socorrer inúmeras vezes sua santa madre nos problemas de saúde que a acometeram, sobretudo nos últimos anos de vida, quando, tendo fraturado o braço esquerdo, necessitava todo o tempo de alguém que a auxiliasse. Tais circunstâncias marcaram a alma de Ana de maneira singular, como deixou atestado em suas memórias: “Verdadeiramente era um Céu servi- la, mas era o maior dos sofrimentos vê-la padecer”.5  Quando Santa Teresa retornou a Ávila, Ana seguia doente. Não obstante, deu-lhe a ordem, à primeira vista bastante arbitrária, de assumir o posto de enfermeira. Embora mal pudesse manter-se de pé, ela obedeceu prontamente, pedindo a Nosso Senhor que a auxiliasse. Demonstrando seu agrado com este ato de submissão, Jesus apareceu e não só lhe deu forças para tratar das irmãs enfermas, como também Se dispôs, Ele próprio, a cuidar de uma delas. Ao cabo de alguns dias, todas haviam se restabelecido e comentavam, impressionadas, a dedicação e habilidade da nova enfermeira, que parecia conhecer todos os segredos da função como se a exercesse há anos.

Além das viagens, que constituíam ocasião especialíssima de convívio, ela tornou-se mais próxima de Santa Teresa quando passou a ser sua secretária. Este encargo, de natureza muito diversa a tudo quanto a boa irmã estava habituada a fazer, também foi desempenhado com prodigiosa eficiência, fruto de sua disposição filial de servir.

Ainda que não soubesse ler nem escrever, bastou a grande mestra externar o desejo de tê- la como assistente no despacho da correspondência, que Ana se prontificou em ajudá- la, confiando que Deus a proveria das condições necessárias. Com simplicidade, pediu à Santa alguns escritos seus, a fim de imitar-lhe a caligrafia e, no mesmo dia, conseguiu redigir uma carta, anotando o que a madre lhe ditava.

Hoje a coletânea dos escritos da Beata Ana de São Bartolomeu constitui um grosso volume que proclama por si este milagre nela operado por Deus. E, sem dúvida, ao considerarmos esta fidelíssima filha de Santa Teresa, sua operosidade abnegada e cheia de entusiasmo desperta nossa admiração. Diante dela, as insuficiências humanas deixavam de ser obstáculo, para se transformar na base sobre a qual Deus realizava seus milagres.

“Similis simili gaudet”

Tão puro, abnegado e restituidor era o amor da Beata Ana por sua mestra, que bastou esta visão para fortificá-la e enchê-la de alegria, a ponto de não derramar uma lágrima sequer por sua morte. Ao contrário, sentia-se radiante de felicidade, pois, afinal, sua venerável madre receberia o prêmio pelos árduos combates enfrentados, a glória pelos inenarráveis sofrimentos padecidos e a coroa por tantas vitórias alcançadas!   Em 4 de outubro de 1582, Santa Teresa se encontrava no seu leito de dor. Sentindo aproximar- -se a hora derradeira, confessou- -se, recebeu o Viático e expirou repousando a cabeça nos braços da fiel Ana, que a assistia dia e noite.  O próprio Nosso Senhor veio então consolar a fiel discípula, aparecendo a ela cheio de esplendor e mostrando-lhe a estupenda comemoração que os Anjos e Santos preparavam no Céu para receber a quem Ele chamava “minha amiga”.

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Após a partida de Santa Teresa para a eternidade, Ana tornou-se um ponto de referência para os que, pertencentes ou não à Ordem do Carmo, queriam melhor conhecer a gesta e a alma teresiana. E logo ficou patente o quanto aquela testemunha fidedigna havia se deixado moldar por sua superiora e assimilado seu espírito. Por obediência, recebeu o véu negro, o que significava não ser mais uma simples irmã leiga, e foi enviada à França, juntamente com outras religiosas, para ali introduzir a Ordem das Carmelitas Descalças.

Passou os últimos anos de sua vida na Bélgica, onde fundou o Carmelo de Antuérpia. Nessa época os belgas estavam em guerra contra os holandeses. Espalhara- se de tal forma sua fama de santidade, que muitos militares, antes de partir para o front de combate, vinham-lhe pedir algum objeto seu, para usá-lo como relíquia e garantia da proteção de Deus. A um deles, que trazia ao peito um papel escrito pela santa madre, Deus salvou da morte: uma bala atravessou o grosso tecido do uniforme, mas foi detida pela fina folha de papel!

Ademais, em duas ocasiões, nos anos de 1622 e 1624, quando a cidade estava prestes a ser tomada pelas tropas inimigas, foram as orações de Madre Ana que miraculosamente a salvaram, dando razão ao que dissera algum tempo antes a infanta Isabel Clara Eugênia, filha de Felipe II, à época governadora dos Países Baixos: “Nada receio a respeito do Castelo de Antuérpia nem desta cidade, porque estou mais segura com a defesa feita pelas orações da Madre Ana de São Bartolomeu do que com quantos exércitos possa ter ali”.6

Em 7 de junho de 1626 esta valorosa alma encerrou sua carreira neste mundo para entrar nas alegrias do Céu, onde, certamente ao lado de sua querida Madre Teresa de Jesus, continua a amparar aqueles que zelam pela glória de Deus e de sua Igreja.

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