Santo do Dia – 14 de Junho – Santo Eliseu

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Santo do Dia – 14 de Junho – Santo Eliseu

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SANTO DO DIA – 14 DE JUNHO – SANTO ELISEU
Profeta (790 a.C.)

Com um gesto simbólico, Elias consagrou Eliseu profeta e seu sucessor: “Elias andou à procura de Eliseu e o encontrou arando… Jogou-lhe nas costas o próprio manto. Então, Eliseu, abandonando os bois, correu em direção a Elias”. Por seis anos segui-o como discípulo devotado, herdando-lhe à morte a virtude carismática.

Antes da misteriosa despedida, quando Elias desapareceu sobre um carro de fogo, o mestre perguntou ao discípulo:”Que coisa queres, antes que eu parta da terra?”. Eliseu não se contentava com os “dois terços”. Porção que cabia ao primogênito:”Peço-te”, respondeu, “que habite em mim o dobro do teu espírito”.

O continuador da obra de Elias era um rico proprietário, originário de Abel-Meula. Seu nome tem um significado de bom augúrio: elisá quer dizer, com efeito, “Deus salva”, bem afinado com a natureza de sua missão, desenvolvida sob quatro reis de Israel, Jorão, Jeú, Joacaz e Joás, de 853 a 783 a.C.

Eliseu acompanha o exército de Jorão, encorajando o rei num momento difícil; assegura a chuva depois da canícula e a vitória; desvenda a emboscada do rei de Damasco. Depois, seguem-se as várias salvações do rei e de seu exército e multiplicam-se os prodígios efetuados pelo mais taumatúrgico dos profetas: com o manto de Elias divide as águas do Jordão; multiplica o óleo de uma viúva pobre; multiplica 20 pães para saciar a fome de uma centena de pessoas; cura da lepra Naamã, o valoroso general do rei de Damasco.

Sua ação taumatúrgica prossegue mesmo depois da morte, quando um morto ressuscita ao simples contato com as relíquias do santo profeta – sepultado, como diz são Jerônimo, na Samaria. A festa desse santo, venerado sobretudo no Oriente, é celebrada liturgicamente na Ordem do Carmo.

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Eliseu, com Elias, é o gigante do profetismo antigo. Filho de um rico lavrador, labutava com o arado quando Elias lhe surgiu.

Temeroso da ira de Jezabel, a quem Acab referira tudo que o profeta fizera, Elias viu-se obrigado a fugir, indo-se para o deserto. Sentando-se “debaixo de um junípero, desejou para si a morte, e disse:

– Basta-me de vida, Senhor, tirai-ma, porque eu não sou melhor do que meus pais.

Depois lançou-se por terra e adormeceu à sombra do junípero. Então, um anjo do Senhor o tocou e lhe disse:

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– Levanta-te e come.

Olhou e viu junto à sua cabeça um pão cozido debaixo da cinza, e um vaso d’água; comeu, pois, e bebeu, e tornou a adormecer. Voltou segunda vez o anjo do Senhor, que o tocou e lhe disse:

– Levanta-te e come, porque te resta um longo caminho.

Tendo-se ele levantado, comeu e bebeu e, com o vigor daquela comida, caminhou quarenta dias e quarenta noites, até o monte de Deus, Horeb.

Tendo chegado ali, passou a noite numa caverna. Então o Senhor lhe dirigiu a sua palavra:

– Que fazes aqui, Elias? Ele respondeu:

– Eu me consumo de zelo pelo Senhor Deus dos exércitos, porque os filhos de Israel abandonaram a tua aliança, destruíram os teus altares, mataram os teus profetas à espada. Eu fiquei só, mas procuram-me tirar a vida. – Disse-lhe o Senhor:

– Sai e conserva-te sobre o monte diante do Senhor, porque o Senhor vai passar.

Nesse momento, diante do Senhor correu um vento impetuoso e forte, que fendia as montanhas e quebrava as rochas; mas o Senhor não estava naquele vento. Depois do vento houve um terremoto; e o Senhor não estava no terremoto. Depois do terremoto, acendeu-se um fogo, mas o Senhor não estava no fogo. Depois do fogo, ouviu-se o murmúrio de uma branda viração. Tendo Elias ouvido isto, cobriu o seu rosto com a capa, e, tendo saído, pôs-se à entrada da caverna. Então fez-se ouvir uma voz que lhe dizia:

– Que fazes aqui, Elias? – Ele respondeu:

– Consumo-me de zelo pelo Senhor Deus dos exércitos porque os filhos de Israel abandonaram a tua aliança, destruíram os teus altares, mataram os teus profetas à espada; eu fiquei só, e eles me procuram para me tirar a vida. – O Senhor lhe disse:

– Vai e torna ao teu caminho pelo deserto de Damasco; quando lá tiveres chegado, ungirás Hazael como rei da Síria; a Jeú, filho de Namsi, ungirás rei de Israel; a Eliseu, filho de Safat, que é de Abelmeula, ungi-lo-ás profeta em teu lugar. Acontecerá que todo o que escapar à espada de Hazael, Jeú o matará; e todo o que escapar à espada de Jeú, Eliseu o matará. Eu reservarei para mim em Israel sete mil homens, que não dobraram os joelhos diante de Baal e não o adorarão, beijando a sua mão.

Tendo Elias partido dali, encontrou Eliseu, filho de Safat, lavrando com doze juntas de bois; ele mesmo conduzia um dos arados das doze juntas de bois. Chegando Elias junto de Eliseu, pôs a sua capa sobre ele. Ele, deixando imediatamente os bois, correu após Elias e disse:

– Permite-me que eu vá beijar meu pai e minha mãe; depois seguir-te-ei. – Elias disse:

– Vai e volta, porque sabes o que te fiz.

Tendo Eliseu deixado Elias, tomou uma junta de bois e matou-os; com o arado dos bois cozeu as carnes e deu-as a comer ao povo. Depois, levantando-se, partiu e seguiu Elias, para o servir.

 

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Audaciosamente, Eliseu solicitou do mestre uma parte dupla na distribuição dos dons proféticos. Isto sucedeu quando o Senhor quis arrebatar Elias ao céu num remoinho de fogo, do outro lado do Jordão, depois da partida de Galgala.
Elias disse a Eliseu:

– Fica aqui, porque o Senhor me mandou a Betel. – Eliseu respondeu:

– Viva o Senhor e viva a tua alma, que não te deixarei.

Indo para Betel, saíram os filhos dos profetas, que estavam em Betel, a receber Eliseu, e disseram-lhe:

– Porventura sabes tu que o Senhor te há de levar hoje o teu amo? – Ele respondeu:

– Eu também o sei; calai-vos. – Disse Elias a Eliseu:

– Fica aqui, porque o Senhor me mandou a Jericó. – Ele respondeu:

– Viva o Senhor e viva a tua alma, que não te deixarei.

Tendo chegado a Jericó, foram os filhos dos profetas, que estavam em Jericó, ter com Eliseu, e disseram-lhe:

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– Porventura sabes tu que o Senhor te há de tirar hoje o teu amo: – Ele lhes disse:

– Eu também o sei; calai-vos. – Disse-lhe novamente Elias:

– Fica aqui, porque o Senhor me mandou até o Jordão. – Ele respondeu:

– Viva o Senhor e viva a tua alma, que não te deixarei.

Foram, pois, ambos juntos, e cinqüenta dos filhos dos profetas os seguiram. Pararam defronte deles, ao longe, e eles ambos se puseram à borda do Jordão. Elias tomou a sua capa, dobrou-a, e feriu as águas, as quais se dividiram para as duas bandas de modo que passaram ambos a pé enxuto. Tendo passado, disse Elias a Eliseu:

– Pede-me o que queres que eu te alcance, antes que eu seja arrebatado de ti. – Eliseu respondeu:

– Seja-me concedida uma porção dobrada do teu espírito. – Elias respondeu:

– Dificultosa coisa pediste; todavia, se tu me vires quando me arrebatarem de ti, isto é o sinal de que terás o que pediste; mas, se não me vires, não o terás.

Continuando o seu caminho, entretidos a conversar, eis que um carro de fogo e uns cavalos de fogo os separaram um do outro, e Elias subiu ao céu no meio de um remoinho. Eliseu o via e clamava:

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– Meu pai, meu pai! Carro de Israel e seu condutor!

Depois não o viu mais. Tomando então as suas vestes, rasgou-as em duas partes, e levantou do chão a capa que Elias lhe tinha deixado cair. Voltando, parou à borda do Jordão e, pegando na capa que Elias lhe tinha deixado cair, feriu às águas dizendo:

– Onde está agora o Senhor, o Deus de Elias?

Quando feriu as águas, elas de dividiram para uma e para outra parte, e Eliseu passou.

Começou ali a missão de Eliseu, caridoso com os pequenos, os humildes, terrível para com os orgulhosos, os poderosos, os ímpios. Principiavam os primeiros milagres do profeta.

Vendo isto, os filhos dos profetas, que estavam em Jericó, na margem oposta, disseram:

– O espírito de Elias repousou sobre Eliseu. E indo ao seu encontro, prostraram-se por terra a seus pés, com profundo respeito e disseram-lhe:

– Sabe que entre os teus servos há cinqüenta homens fortes, que podem ir buscar o teu amo, porque talvez o espírito do Senhor o levasse, e atirasse com ele para algum monte ou para algum vale. – Eliseu respondeu:

– Não mandeis. – Eles porém, constrangeram-no, até que, condescendeu e disse:

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– Mandai. – Mandaram, pois, cinqüenta homens, os quais, tendo buscado durante três dias, não o encontraram. Quando voltaram para Eliseu, que estava em Jericó, ele lhes disse:

– Não vos disse eu: Não mandeis? – Disseram a Eliseu os habitantes desta cidade:

– A habitação desta cidade é muito boa como tu mesmo, Senhor, vês, mas as águas são más e a terra é estéril. – Ele respondeu:

– Trazei-me um vaso novo e deitai-lhe sal. Tendo trazido, saiu ele à fonte das águas, deitou sal nelas e disse:

– Eis o que diz o Senhor: Eu sarei estas águas, e elas não causarão mais nem morte nem esterilidade.

Tornaram-se, pois, sadias aquelas águas até o dia de hoje, conforme a palavra de que Eliseu disse. Dali foi para Betel, e, indo pelo caminho, uns rapazes pequenos saíram da cidade e zombavam dele, dizendo:

– Sobe, ó calvo, sobe, ó calvo!

Eliseu, virando-se para eles, olhou-os e amaldiçoou-os em nome do Senhor. Imediatamente saíram dois ursos do bosque, e despedaçaram quarenta e dois daqueles rapazes. Dali retirou-se para o monte Carmelo, e de lá voltou para Samaria. (Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume X, p. 352 à 358)

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